Escola do futuro

A globalização e a contínua evolução tecnológica ampliam as opções de ferramentas à disposição para o ensino na escola do futuro

Que a tecnologia está avançando cada vez mais em nosso cotidiano já não é mais novidade. 

Os recursos estão cada vez mais em nossas casas, no trabalho e, claro, nos ambientes de ensino. 

As facilidades tecnológicas, por exemplo, permitem maior interatividade entre as instituições de ensino e as famílias da criança. 

De qualquer maneira, o tradicional está sendo cada vez mais deixado para trás e dando lugar à escola do futuro.

Essa escola do futuro vem apresentando opções e soluções para algumas necessidades existentes e que contribuem para o ensino. 

Por mais que a tecnologia tenha chegado, o processo educativo ainda continua inalterado. 

No entanto, o ato de aprender não se limita a lápis, papel, giz e quadro negro. 

Agora, também conta com novos aliados, que possuem a praticidade como definição.

Exemplo brasileiro

Na cidade de Itapevi, em São Paulo, a tecnologia já tomou conta da forma de ensinar. 

A Escola do Futuro de Tempo Integral Tarsila do Amaral possui 288 computadores portáteis, concebidos pelo Google, que ajudarão no ensino de mais de mil crianças que estão matriculadas na unidade de ensino.

Além disso, os professores estão sendo capacitados por uma empresa de consultoria para a implementação da plataforma Google For Education

Trata-se de uma metodologia utilizada em mais de 20 mil escolas no mundo e que já auxilia mais de 80 milhões de alunos e professores.  

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Ok! Mas e agora?

A educação vem se adequando – até por uma questão de necessidade – às novas ferramentas e gerando novos métodos que auxiliam nos resultados estimados. 

Confira, abaixo, às seis principais mudanças esperadas no ensino e que já são encontradas em algumas escolas do futuro.

Ferramenta de ensino

A principal mudança é que não se trata mais apenas de inserir aparelhos eletrônicos, como computadores e tablets, como ponte de aprendizado para os alunos. 

É preciso entender que alguns recursos da transformação digital colaboram com algumas vertentes, seja por automação de processos, interatividade, digitalização de conteúdos e big data. 

O jovem já passa mais de três horas, por dia, na internet e explorar maneiras de unir esse tempo ao aprendizado pode ser uma boa ideia.

Valorização da interatividade

É preciso que o aluno esteja cada vez mais em conexão com a informação para que, assim, consiga entender o assunto. 

A ideia é que as salas de aula atuais, com cadeiras em fileiras e com alunos sentados por horas, deem lugar a outras formas de abordagens. 

Os alunos poderão compartilhar experiências e interagir com seus colegas e máquinas. 

Além disso, a quebra dessa ligação a um único espaço pode vir a ajudar no processo de sociabilidade e no desenvolvimento das habilidades interpessoais dos alunos.

Escola do futuro

Proximidade com a família

Os pais e responsáveis estão em busca de locais que lhe passem confiança e que garantam que a escola é um lugar seguro para seus filhos. 

Além disso, estão em busca de um lugar onde é possível compartilhar responsabilidades ligadas à educação. 

E a tecnologia vem oferecendo algumas ferramentas, como plataformas interativas que permitem os próprios familiares acompanharem a rotina escolar mais de perto. 

Esse acesso, por exemplo, vem auxiliando ainda mais no contato entre família e escola, que podem trabalhar em conjunto nos processos construtivos do conhecimento.

Conhecimento prévio do aluno

Saber o que o aluno já tem ciência e quais bagagens ele já carrega pode até ser uma vantagem ao educador. 

Por isso, o professor, que vem atuando com elo entre o conhecimento e seus alunos, vem abrindo espaço para novas interações entre alunos e escola, garantindo melhor aproveitamento das experiências que o aluno já possui de sua vida pessoal.

Inclusão e respeito às diferenças

A escola do futuro não só traz evolução nas ferramentas utilizadas nos métodos do aprender, mas também na sociedade. 

Trabalho este que deve ser abordado não só nas escolas, mas principalmente em casa. 

Na escola, o projeto pedagógico deve contar com debates e conversas sobre diversidade e inclusão, com ambientes também adaptados para alunos que possuem alguma necessidade especial. 

Estudantes que têm esse conhecimento mais cedo estão mais preparados para o mercado de trabalho futuramente.

Ensino híbrido

É possível unir os benefícios da escola tradicional com as vantagens oferecidas pelas tecnologias na escola do futuro. 

Há, por exemplo, a possibilidade de aprendizado remoto, através de plataformas digitais e trabalhando os modelos de ensino virtual e formal. 

Desta forma, o aluno conta com maior autonomia para construir seu próprio conhecimento, se dedicar aos estudos e ter acesso a uma realidade muito mais comum na vida adulta. 

O aluno assume o papel de protagonista, sem deixar de lado, claro, o papel dos professores como desenvolvedor o ensino, com seu contínuo trabalho de estimular intercâmbio de ideias, aprofundar conceitos e promover debates. 

Já vídeos, documentários e exercícios vêm para auxiliar na contextualização da matéria para o ensino do aluno.